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“Quem responde processo é o prefeito da nossa cidade” diz vereador

Durante o horário de lideranças e representações partidárias na sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Cachoeira nessa segunda-feira (18), o vereador Laelson afirmou que nas comunidades da zona rural não tem barreiras sanitárias e qualquer dia da semana entra quem quer.  E vereador pediu atenção do município para a situação. Laelson comentou sobre a visita da Polícia Militar na comunidade da Opalma para tentar amenizar as aglomerações e afirmou que esse trabalho precisa ser intensificado pela gestão municipal.

Laelson contou que passou por uma barreira sanitária e viu que uma funcionária teve que deixar seu trabalho em um posto de saúde para ficar na barreira. “Está recolhendo as pessoas de seus trabalhos e colocando pra fazer essas barreiras, descobre um santo para cobrir outro” disse o vereador.

Laelson mandou um recado ao prefeito municipal e afirmou que quando ele diz que pode abrir uma Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) é porque ele é honesto, justo e nunca se envolveu com falcatrua. “Quem responde processo é o prefeito da nossa cidade em diversos envolvimentos”, afirmou, acrescentando que nesse momento de dificuldades os professores estão tendo seus salários reduzidos.

O vereador Wendel Chaves citou a reclamação do vereador Abimael sobre a ordem das falas dos parlamentares e afirmou que quando era presidente da casa foi feito o mesmo questionamento e ele acatou, mudando seu horário de fala. Wendel sugeriu que o presidente da casa, vereador Josmar, mude seu horário de fala e não seja o último a falar.

Wendel seguiu falando sobre a pandemia do covid-19 que vem crescendo a cada dia, mas lembrou que existem outros problemas e comentou que foi procurado por alguns moradores da comunidade da Rua da Feira, que reclamaram dos alagamentos em suas casas, provocado por águas que descem pelo Morro do Cucuí. Wendel destacou que não é a primeira vez que o problema acontece e causa transtornos aos moradores. “Fica aqui meu registro, já solicitei da engenheira que tome providência, ali pode acontecer uma tragédia”, disse o vereador, acrescentando que até hoje não teve uma resposta da engenheira.

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